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SUMMARY:[:pt]Ciclo de filmes em alemão[:de]Zweiter deutscher Filmabend[:]
DESCRIPTION:2º filme do ciclo de filmes alemães
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SUMMARY:[:pt]Comemorações dos 100 anos da Revolução Russa[:]
DESCRIPTION:No âmbito das Comemorações dos 100 anos da Revolução Russa\, o DEGE promove as seguintes atividades: \n– Recital da poesia e música\, 9 de novembro\, Sala dos Congregados\, às 18.30 com a participação dos alunos do ILCH e EEG. Pianista Youri Popov; \n100-Anos-da-Revolução-Russа.посл. \n– Ciclo de cinema – Auditório do ILCH\, nos dias 13\, 20\, 27 de novenbro e 4 de dezembro\, às 16h.
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SUMMARY:[:pt]Recital de poesia e música [:]
DESCRIPTION:O Departamento dos Estudos Eslavos e o Departamento de Música do ILCH vêm por este meio convidá-los para um Recital de poesia e música enquadrado nasComemorações dos 100 anos da Revolução Russan de Outubro de 1917.  Este Recital de poesia e música\, organizado pelos alunos do ILCH e da EEG\, procura mostrar através da força da palavra e do ritmo e sonoridade poéticas das obras de dois nomes ligadas à revolução russa\, o de Maximo Gorki e de Vladimir Maiakovski\,. o sentimento vivido naquela época. A música revolucionaria\, escolhida pelo pianista Yuori Popov complementa o espirito interventivo da arte.
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SUMMARY:[:pt]serão de cinema[:de]Filmabend[:]
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SUMMARY:[:pt]Sessão de Posters (UC Bilinguismo e Aquisição L2)[:]
DESCRIPTION:Os trabalhos de pesquisa desenvolvidos no âmbito da unidade curricular Bilinguismo e Aquisição L2 foram apresentados numa sessão de posters no átrio do ILCH. Aqui ficam algumas fotos do evento.
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SUMMARY:[:pt]Conferência "Niklaus Riggenbach e o elevador do Bom Jesus"[:]
DESCRIPTION:A Fundação Bracara Augusta promove na próxima segunda-feira\, dia 29\, às 17h30\, a conferência<http://www.facebook.com/events/813486222135244> “Niklaus Riggenbach e o elevador do Bom Jesus”\, na sala de exposições da Confraria do Bom Jesus (ao lado do santuário)\, em Braga. O orador é José Manuel Lopes Cordeiro\, professor do Departamento de História do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho. \nA iniciativa assinala o bicentenário do nascimento do engenheiro suíço Niklaus Riggenbach\, projetista do ascensor do Bom Jesus\, podendo os participantes subir gratuitamente no ascensor\, sendo no final servido um “verde de honra”. A entrada é livre\, agradecendo-se a confirmação de presença de interessados até 26 de maio para o email fba@cm-braga.pt<mailto:fba@cm-braga.pt> ou para o telefone 253268180. \nO evento tem apoio da Biblioteca Pública de Braga\, do Instituto de Letras e Ciências Humanas e do Centro de Estudos Humanísticos da UMinho\, da Confraria do Bom Jesus\, da Escola Profissional de Braga e do Turismo de Braga. \n  \nA Fundação Bracara Augusta<http://fbracaraaugusta.org/> foi fundada em 1996 pelo Município de Braga\, pela Universidade do Minho\, pela Universidade Católica e pelo Cabido de Braga\, com o fim de realizar e/ou apoiar iniciativas de caráter cultural e social no concelho.
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SUMMARY:[:pt]Alemão a Caminho na UM[:]
DESCRIPTION:O Goethe-Institut promove no dia 25 de maio de 2017 na Universidade do Minho dois workshops para aprendentes de Alemão no âmbito do programa Alemão a Caminho. O Encontro com a Alemanha na Formação Profissional. \n14h – Workshop Graphic Novels em Alemão \n16h – Workshop com o jogo gigante “À descoberta da Alemanha”
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SUMMARY:[:pt]II. Aula Aberta do Mestrado em Estudos Luso-alemães[:]
DESCRIPTION:2º Ciclo em Estudos Luso-Alemães \nAulas abertas do Mestrado em Estudos Luso-Alemães (MELA) \n– dia 24 de maio de 2017\, 11h00 – \nSala de Investigadores do CEHUM (ILCH\, Piso 0)\, Campus de Gualtar\, Universidade do Minho \nTema: Erosão da língua \nEsta aula aberta\, integrada na unidade curricular BILINGUISMO E AQUISIÇÃO L2 do Mestrado em Estudos Luso-alemães\, centra-se na questão da perda de conhecimento linguístico adquirido na infância. Serão abordados os seguintes conteúdos temáticos: \n\nDefinição do conceito e enquadramento histórico da investigação em erosão linguística.\nDiferentes explicações teóricas do fenómeno\nErosão em diferentes populações:\nEm crianças adotadas\nEm falantes bilingues retornados\nEm emigrantes de 1ª geração de longa duração\nEm falantes de herança\nEm populações refugiadas\n\nDocente: Cristina Flores (Professora Auxiliar do Departamento de Estudos Germanísticos e Eslavos) \nCurriculum Vitae \nPublicações sobre Erosão Linguística: https://www.researchgate.net/profile/Cristina_Flores3/contributions
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SUMMARY:[:pt]Christoph Ransmayr no Festival Literário Douro ( mod. Orlando Grossegesse)[:]
DESCRIPTION:https://dege.elach.uminho.pt/2017/05/02/christoph-ransmayr-no-festival-literario-douro-mod-orlando-grossegesse/
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SUMMARY:[:pt]Festival Literário Douro (FLiD)\, com a presença de Christoph Ransmayr[:]
DESCRIPTION:Espaço Miguel Torga / S. Martinho de Anta – Sabrosa  \n\n \nSexta\, dia 5 de maio  \n«Je est un autre»: viagens em torno de textos \nCitações de autores tão diversos como Rimbaud\, Camões e Beckett proporcionam motes para conversas sobre a sempre questionável identidade do texto literário (original / tradução)\, sobre o trabalho criativo de autor / tradutor e sobre o fascínio e o desespero deste trabalho infinito perante os fantasmas do intraduzível.  \n  \n15h00  «Se a tanto me ajudar o engenho e a arte» \nFabiano Morais\, Miguel Serras Pereira\, Tânia Ganho \nFernando Ferreira Alves (mod.) \nTradutores falam sobre as suas experiências com textos literários \num diálogo em torno do papel\, função e contornos do ofício / artifício da tradução\, falando da experiência\, perceções\, vivências\, desafios\, etc. \n Miguel Serras Pereira (1949). Poeta\, tradutor e ensaísta \n  \nTânia Ganho nasceu em Coimbra\, em 1973\, onde estudou e deu aulas de tradução como assistente convidada da Universidade. Depois de ter feito legendagem de filmes durante vários anos e de ter passado pela redação da SIC como tradutora de informação\, decidiu dedicar-se exclusivamente à literatura. \nÉ tradutora de autores como H. G. Wells\, Anaïs Nin\, E. L. Doctorow\, Annie Proulx\, Norman Rush\, Siri Hustvedt\, John Banville\, Ali Smith\, Alan Hollinghurst\, Rachel Cusk\, David Lodge\, Chimamanda Ngozi Adichie\, Jeanette Winterson e Rebecca Solnit\, entre muitos outros. \nViveu em Londres e em Paris\, e reside actualmente em Lisboa. É autora dos romances A Vida Sem Ti (Oficina do Livro\, 2005)\, Cuba Libre (Oficina do Livro\, 2007)\, A Lucidez do Amor (Porto Editora\, 2010) e A Mulher-Casa (Porto Editora\, 2012). Tem contos publicados nas revistas Egoísta e Portefólio.        (Fotografia © Olivier Huet) \n  \nFabiano Morais da Costa nasceu em Três Rios\, estado do Rio de Janeiro\, Brasil\, em 1980. Tem mais de 12 anos de experiência em tradução\, tendo traduzido nomes como Stephen King\, Ken Follett\, Dan Brown e Douglas Adams. Colaborou com algumas das maiores casas editorias do Rio de Janeiro\, como as editoras Objetiva\, Record e Sextante. Atualmente\, persegue também outras vertentes da tradução\, como a tradução técnica para TI e Marketing. Tem especial interesse nas tecnologias de tradução e em como as ferramentas CAT podem auxiliar não só tradutores técnicos\, como tradutores em geral. \n  \n17h00  «The end is in the beginning and yet you go on» \n \nChristoph Ransmayr / Orlando Grossegesse (mod.) \nApresentação: Thomas Stelzer (Embaixador da Áustria) \nLeitura bilingue em alemão / em português de excertos das obras \n\nMorbus Kitahara (O síndrome de Kitahara)\nAtlas eines ängstlichen Mannes\n\n(Atlas de um homem medroso) \nSegue-se uma conversa em torno das relações entre mundos reais e ficcionais e das questões do traduzível e intraduzível. \n \nChristoph Ransmayr  \nnasceu em Wels na Áustria em 1954\, estudou filosofia e etnologia\, e vive em Viena. Além dos romances Die Schrecken des Eises und der Finsternis (Os horrores do gelo e da escuridão\, 1984)\, Die letzte Welt (O último mundo\, 1988)\, Morbus Kitahara (1995) e Der fliegende Berg (A montanha voadora\, 2006) publicou pequenos trabalhos em prosa sobre diferentes variantes de narração – entre outros\, Der Weg nach Surabaya (O caminho para Surabaya\, 1997)\, Die Unsichtbare (A invisível\, 2001)\, Geständnisse eines Touristen (Confissões de um turista\, 2004)\, Damen & Herren unter Wasser (Senhoras e senhores submersos\, 2007)\, a peça de teatro Odysseus\, Verbrecher (Ulisses\, criminoso\, 2010) e Atlas eines ängstlichen Mannes (Atlas de um homem medroso\, 2012). \nPelos seus livros\, que foram traduzidos para mais de trinta línguas\, foi distinguido com numerosos prémios literários\, entre eles o Prémio Friedrich Hölderlin\, o Prémio Franz Kafka\, o Prémio Bert Brecht\, o Prémio Ernst Toller\, o Prémio Mondello e\, em conjunto com Salman Rushdie\, o Prix Aristeion da União Europeia. \n(© S. FISCHER Verlag GmbH) \n  \nTraduções publicadas em Portugal e no Brasil: \nO último mundo: romance com um repertório ovidiano. Trad.: Paulo Osório de Castro. Lisboa: Difel\, 1989; Reinaldo Guarany. Rio de Janeiro: Bertrand\, 1993. \nPavores de gelo e trevas. Trad. Marcelo Backes. São Paulo\, SP: Estação Liberdade\, 2010. \n  \n  \nUm escritor? Um poeta? Não\, não reclamo tais títulos. Um narrador? Chame-me o que quiser. Em formulários\, confesso\, escrevo por vezes\, simplificando\, Autor\, mas esse também poderia ser o de um manual de instruções. Nos formulários\, os meus campos preferidos são os que podem simplesmente ser preenchidos com a palavra Turista\, pois a inocência\, o estar sem palavras\, a bagagem leve\, a curiosidade ou pelo menos a disponibilidade para não só julgar\, mas para experienciar o mundo\, para caminhar\, talvez até: para navegar\, escalar\, nadar pelo mundo\, se for necessário\, para sofrê-lo\, podem bem ser considerados pré-requisitos da narração. Mas há quanto tempo terá um ter observado o mundo\, ter interpretado\, compreendido ou mal-entendido as suas chamadas\, os seus sinais e os seus gestos\, ter-se perdido sem ter muito mais do que os seus olhos e os seus ouvidos\, mas porém sem ter voz\, sem ter palavras – até que\, sim\, até conseguir tomar coragem para dizer algo como\, algo tão maravilhoso e desmesurado como era um vez\, até conseguir afirmar: Era uma vez. \n(Christoph Ransmayr: Geständnisse eines Touristen\, S. Fischer\, Frankfurt am Main 2004.) \n  \nMorbus Kitahara = The Dog King (título da tradução para inglês) \n \n  \n  \nUma ficção de história alternativa: A Segunda Guerra Mundial só terminou no Ocidente\, pois continua ainda mais 20 anos até ser lançada a bomba atómica sobre Hiroxima. Em vez do plano Marshall de reconstrução\, os aliados vitoriosos instalam uma política de reeducação e vingança na Alemanha ocupada. O país está completamente desindustrializado: as fábricas estão a ser demolidas e as estradas destruídas. A população luta pela sobrevivência\, alimentando-se do que dá a terra ou roubando aos outros. Por toda a paisagem foram erguidos monumentos de granito\, lembrando continuamente os crimes cometidos pela Alemanha\, diante dos quais longas filas de cidadãos arrependidos rezam por perdão. \n  \nRansmayr constrói a sua ficção\, entre distópica e parabólica\, entre Orwell e Kafka\, em volta de três protagonistas: Bering\, que mora perto da pedreira fornecedora do peculiar granito verde para os monumentos; Ambras\, o mestre aleijado da pedreira e dono de uma alcateia de cães selvagens (por isso\, chamado ‘o Rei dos Cães’); Lily\, conhecida como ‘a brasileira’\, e que sempre anseia por chegar um dia à América do Sul. Ransmayr envia este trio numa viagem à selva do Brasil\, fugindo dos horrores da Alemanha pós-guerra\, na procura de maiores reservas de granito verde. O que lá irá acontecer proporciona um fim espetacular para uma história muito perturbadora.
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SUMMARY:[:pt]Festa Eslava 2017[:]
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SUMMARY:[:pt]Aulas abertas do Mestrado em Estudos Luso-Alemães (MELA)[:]
DESCRIPTION:2º Ciclo em Estudos Luso-Alemães \nAulas abertas do Mestrado em Estudos Luso-Alemães (MELA) \nSessão inaugural \n– dia 24 de abril\, 17h00 – \nAuditório do ILCH\, Campus de Gualtar\, Universidade do Minho \n  \n«Amamos odiar os alemães» – Antigermanismos 1916 / 2016 \n \nHá 101 anos\, Portugal entrou pela primeira vez em guerra contra a Alemanha. Precisamente em 20 e 23 de abril de 1916 publicaram-se decretos que mandaram expulsar do território nacional os súbditos alemães. Num texto intitulado O Monstro Alemão\, o poeta Guerra Junqueiro profetizou a aniquilação do Império germânico. O ódio aos boches iria atingir o seu ápice após a derrota na batalha de La Lys\, a 9 de abril de 1918. Ao longo dos últimos anos\, surgem outros motivos para alimentar sentimentos contra a hegemonia ou a prepotência da Alemanha. Na comunicação social atual\, insinua-se de forma mais ou menos explícita de que a política de austeridade imposta aos países do Sul da Europa continua pretensões imperialistas germânicas desmedidas ou\, numa versão de discurso essencialista\, de que este comportamento deriva de um inato furor teutónicus\, Observando a onda de um Antigermanismo renovado\, o jornalista Pedro Santos Guerreiro chegou a cunhar a frase de «Amamos odiar os alemães». \n  \nOrlando Grossegesse \n  \nProfessor associado da Univ. do Minho. Desde 1990 é docente / investigador nas áreas de Literatura e Cultura Alemãs e Comparadas\, Tradução e Comunicação Multilingue. Estudou Filologias Românicas e Comunicação Social na Univ. de Munique (LMU). Em 1989\, doutorou-se com uma tese sobre a relação entre conversação e discurso literário na obra de Eça de Queiroz (em livro: Konversation und Roman). Para além da tese\, publicou mais de uma centena de artigos nas áreas de Filologias Alemã\, Portuguesa\, Espanhola e Comparada. As publicações em livro mais relevantes são Saramago lesen. Werk – Leben – Bibliographie (1998; 2ª ed. 2009)\, atas de colóquios e congressos\, entre outras: «O estado do nosso futuro». Brasil e Portugal entre identidade e globalização (2004); com Henry Thorau: À procura da Lisboa africana (2009); com Mário Matos: Zonas de Contacto – Estado Novo / III Reich (2011) e Mnemo-Grafias Interculturais (2012). Atualmente é co-diretor do Mestrado em Estudos Luso-Alemães (Univ. do Minho / Goethe-Universität Frankfurt/Main) e diretor do Centro de Estudos Humanísticos. \n 
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SUMMARY:[:pt]Seminário «Géneros textuais no Processo Penal»[:]
DESCRIPTION:CORNELIA PLAG (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra) \nTítulo: Géneros textuais no Processo Penal” \nData: 23 de fevereiro de 2017 Hora: 16 horas Local: Auditório ILCH \nCV: https://www.uc.pt/fluc/pessoal/docentes/individuais/cornelia_plag
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SUMMARY:[:pt]Spätsommerkurs - Curso Fim de Verão Alemão B2 / B2+ (12 a 23/09/16)[:]
DESCRIPTION:Spätsommerkurs \nDeutsch für Fortgeschrittene (B2 / B2+) \n Curso Fim de Verão Alemão B2 / B2+ \n de 12 a 23 de setembro de 2016 \n  Refresque o seu Alemão! \nEste curso intensivo de nível avançado\, além de fortalecer competências linguísticas de compreensão e produção escrita e oral de nívelB2 / B2+ (do CEFR)\, integra também módulos temáticos centrados em tópicos da cultura\, literatura e linguística alemãs. \n\nLocal: Campus de Gualtar \nHorário: 8.30 – 13.30 (seg\, ter\, qui\, sex) \nCurso de 40 horas presenciais + 10 horas de tutoria \n\n\n\n\nAulas de língua \n\n\n29 horas \n\n\n\n\n3 módulos temáticos (3 horas cada) \n\n\n9 horas \n\n\n\n\nAvaliação final \n\n\n2 horas \n\n\n\n\n  \nPropina: Propina interna* 195€  / Propina externa  250€                    \n                 \nInscrição online \nPrazo inscrição: 29 de julho \n Docentes: Cristina Flores\, Orlando Grossegesse\, Natália Nunes\, Katarina Cemmel \n Créditos:     2ECTS \n·   Ação acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (Registo de acreditação: CCPFC/ACC-78926/14) com 1.1 créditos. \n\n Módulos temáticos: \nMódulo 1– Orlando Grossegesse:  Construções de identidade nacional e relações luso-alemãs \nMódulo 2 – Cristina Flores: Reflexões sobre a Aquisição do Alemão como Segunda Língua \nMódulo 3 – Natália Nunes: Lírica depois de Auschwitz: textos e contextos \n\nOrganização: BabeliUM / Departamento de Estudos Germanísticos e Eslavos \n Contactos\nBabeliUM – Centro de Línguas \nInstituto de Letras e Ciências Humanas \nUniversidade do Minho \nTel.: 253604171; 253601657\nE-mail: babelium@ilch.uminho.pt \nCristina Flores (Diretora de Departamento) \ncflores@ilch.uminho.pt
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SUMMARY:[:pt]Encontro com o escritor Kristof Magnusson: Leitura pública em alemão e português[:de]Begegnung mit Kristof Magnusson:  Autorenlesung mit Übersetzung durch João Bouza da Costa[:]
DESCRIPTION:Encontro com o escritor Kristof Magnusson: \nLeitura pública em alemão e português\, com João Bouza da Costa \n  \nBegegnung mit Kristof Magnusson:  \nAutorenlesung mit Übersetzung durch João Bouza da Costa \n  \nO escritor e também tradutor Kristof Magnusson apresentou a sua obra em diálogo com o tradutor e também autor João Bouza da Costa. Com leitura de textos em alemão e português. \nDer Autor und auch Übersetzer Kristof Magnusson hat aus seinem Werk gelesen. Vorstellung im Dialog mit dem Übersetzer und auch Autor João Bouza da Costa. Auf deutsch und portugiesisch. \n18 de maio de 2016\, 10 hrs               \n BRAGA\, UMinho\, Campus Gualtar\, Auditório ILCH \n  \nKristof Magnusson (* 1976) \n  \nnasceu em Hamburgo e vive atualmente em Berlim.  Formou-se em música sacra na igreja protestante; fez serviço cívico em Nova York\, trabalhou com pessoas sem-abrigo e sobreviventes do Holocausto. Fez estudos no Instituto de Literatura Alemã\, em Leipzig\, onde em 2012-13 iria ensinar como professor convidado\, e na Universidade de Reiquiavique. O islandês é a sua língua paterna\, da qual também traduz literatura para alemão. Com a peça Männerhort (2002)\, iniciou a sua carreira como dramaturgo de sucesso; distinguido com diversos prémios e traduzido para muitas línguas. Em 2005 apareceu o seu primeiro romance Zuhause\, ao qual seguiram Das war ich nicht (2010) – com o tema atual da crise financeira –  e\, ultimamente\, Arztroman (2014). \nMagnusson esteve como writer-in-residence no Goethe Institut em Pune (Índia)\, na Univ. de Iowa\, na Univ. Queen Mary em Londres e no Massachusetts Institute of Technology (MIT)\, e também translator-in-residence na Casa dos Tradutores em Straelen. \n  \nGeboren in Hamburg und lebt in Berlin. Ausbildung zum Kirchenmusiker bei der evangelischen Landeskirche\, Zivildienst mit Aktion Sühnezeichen\, Friedensdienste in New York City\, Arbeit mit Obdachlosen und Holocaust-Überlebenden. Studium am Deutschen Literaturinstitut Leipzig\, wo er 2012/2013 als Gastprofessor literarisches Schreiben unterrichtete\, und an der Universität Reykjavík. Isländisch ist seine Vatersprache\, von der er auch Literatur ins Deutsche übersetzt. Mit dem Stück Männerhort (2002) begann seine Karriere als erfolgreicher Theaterautor. Er erhielt verschiedene Auszeichnungen und Preise\, seine Werke wurden in mehere Sprachen übersetzt. Im Jahr 2005 erschien seim erster Roman Zuhause\, auf den Das war ich nicht (2010) – mit dem aktuellen Thema der Finanzkrise –  und danach Arztroman (2014) folgten. \nMagnusson war Stadtschreiber des Goethe-Instituts in Pune / Indien\, Writer in Residence an der University of Iowa\, am Grinnell College\, an der Queen Mary University of London und am Massachusetts Institute of Technology (MIT). Daneben auch Translator in Residence im Europäischen Übersetzerkollegium Straelen. \n  \nJoão Bouza da Costa (* 1954) \n \nnasceu em Lisboa e passou a infância em África (Luanda). Tem levado uma vida anticíclica\, sempre a fugir dos acontecimentos históricos: deixou Angola quando nesta se iniciava a gesta independentista (1963)\, abandonou Portugal logo após a revolução de Abril (em setembro de 74) e escapou da Alemanha em 89\, pouco antes do grande êxtase coletivo da queda do Muro. Nesse aspeto\, assemelha-se a um heterónimo de Pessoa. Ao contrário deste\, porém\, tem mulher e três filhos\, que o fizeram experimentar o peso e a leveza do mundo. Meteu-se\, com fraco sucesso e por pura necessidade\, em muitas e variadas lides: foi carteiro\, limpador de vidros\, vendedor de vinhos\, pintor de cenários de ópera e professor de uma pretérita ortografia. Atualmente\, é autor (o seu primeiro romance\, Travessa d’ Abençoada\, venceu o Prémio PEN narrativa 2012) e sobretudo tradutor e intérprete. Traduziu obras de Birgit Vanderbeke\, Wolfgang Herrndorf\, Ferdinand von Schirach\, Pascal Mercier ou\, ultimamente\, Günter Grass. \n  \nIn Lissabon geboren\, verbrachte er seine Kindheit in Afrika (Luanda). Sein Leben verlief bislang antizyklisch\, immer auf der Flucht vor historischen Ereignissen: er verließ Angola\, als dort der Kampf um die Unabhängigkeit begann (1963)\, Portugal gleich nach der Nelkenrevolution 1974 und Deutschland\, kurz bevor die große Begeisterung über den Fall der Mauer ausbrechen sollte. Hierin ähnelt er einem der Heteronyme Pessoas. Allerdings hat er Frau und drei Kinder\, die ihm die Schwere und Leichtigkeit der Welt erfahren ließen. Ohne großen Erfolg und nur aus reiner Notwendigkeit war er Briefträger\, Scheibenputzer\, Weinverkäufer\, Bühnenbildner und Lehrer der alten Rechtschreibung. Gegenwärtig ist er Autor (für seinen ersten Roman Travessa d’Abençoada erhielt er 2012 den PEN-Preis)\, doch vor allem Übersetzer und Dolmetscher. Er übersetzte Werke von Birgit Vanderbeke\, Wolfgang Herrndorf\, Ferdinand von Schirach\, Pascal Mercier und zuletzt Günter Grass. \n  \ncom o apoio de:
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SUMMARY:[:pt]1. Übersetzungswerkstatt in Tormes[:]
DESCRIPTION:Portugiesisch – Deutsch // Deutsch – Portugiesisch\n\nLeitung: Marianne Gareis und João Bouza da Costa \nCET Tormes – Centro de Estudos de Tradução\nCasa-Museu Eça de Queiroz (FEQ)\n15. bis 21. Mai 2016 \n \nTormes\, 19.05.2016 \n  \n————————————————————————————————————- \nDiese Werkstatt bietet eine intensive Weiterbildung\, die das akademische Leben mit dem beruflichen verbinden möchte. Das Format dieser Werkstatt sieht die gemeinsame intensive Arbeit (ca. 25 Stunden) in einer gemischten Gruppe vor. Die Teilnehmer_innen (6 + 6) haben zwei verschiedene Ausgangssprachen und übersetzen in die jeweils andere (Vice Versa-Prinzip). Die Werkstatt wird von zwei erfahrenen Übersetzer_innen inhaltlich geleitet. \nAlle weiteren Angaben finden sich in folgenden Dokumenten: \n\nAusschreibung: Informationen\nProbeübersetzung: vorgegebener Text\n\nFür Zielsprache Deutsch ist es der Text von Gonçalo M. Tavares.\nFür Zielsprache Portugiesisch ist es der Text von Kristof Magnusson.\n\n\n\nBitte beachten:\nBewerbungsschluss: 18. Februar 2016\nDie Auswahl treffen die Werkstattleiter_innen bis zum 29. Februar 2016 \nKontakt: Prof.Doutor Orlando Grossegesse (ogro@ilch.uminho.pt)
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SUMMARY:[:pt]Ciclo de Conferências Estudos luso-alemães[:]
DESCRIPTION:2 de maio – 8 de junho de 2016 \n*2 de maio\, 17h \nMário Matos (DEGE / UM)\, \nPortugal visto por viajantes alemães dos séculos XIX e XX\nCampus de Gualtar\, UMinho\, Auditório ILCH \n  \n*17 de maio\, 9h \nGonçalo M. Tavares em diálogo com os seus tradutores \nMarianne Gareis (alemão) e Roberto Mulinacci (italiano) \nCampus de Gualtar\, UMinho\, Auditório ILCH \n  \n*18 de maio\, 10h \nKristof Magnusson (escritor\, * 1976\, Hamburgo; vive atualmente em Berlim)\, em diálogo com o tradutor (e também autor) João Bouza da Costa \nLeitura pública em alemão e português \nCampus de Gualtar\, UMinho\, Auditório ILCH \n  \n*20 de maio\, 10h \nEsther Rinke (Goethe-Universität Frankfurt)\, A aquisição do português  \nem contacto com o alemão em contexto de migração \nCampus de Gualtar\, UMinho\, Sala 2107 (CPII) \n  \n*1 de junho\, 16h \nCristina Flores (DEGE / UM)\, Perder e readquirir uma língua na infância.  \nUm estudo de caso sobre o alemão \nCampus de Gualtar\, UMinho\, Sala 1308 (CPI) \n  \n*8 de junho\, 17h \nOrlando Grossegesse (DEGE / UM)\,  Histórias quase esquecidas \n– memória & pós-memória de refugiados em Portugal:  \nIlse Losa / Daniel Blaufuks  \nBiblioteca Lúcio Craveiro da Silva (BLCS)\, Auditório \n 
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SUMMARY:[:pt]Concurso Descobrir a Rússia[:]
DESCRIPTION:O Departamento de Estudos Germanísticos e Eslavos e Gabinete Mundo Russo tem o prazer de convidar a comunidade académica a participar num Concurso da Cultura Russa\, integrado nas comemorações dos 40 anos do Instituto de Letras e Ciências Humanas.
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SUMMARY:[:pt] Exposição: As Crianças Cáritas\, entre a Áustria e Portugal (1947-1958)[:de] Ausstellung: Caritas-Kinder\, zwischen Österreich und Portugal (1947-1958)[:]
DESCRIPTION:No âmbito da comemoração dos 40 anos do Instituto de Letras e Ciências Humanas\,  \nas XVI Jornadas de Cultura Alemã incluem a Exposição As Crianças Cáritas\, entre a Áustria e Portugal (1947-1958). \n13 de abril até 3 de maio de 2016 \nB-Lounge\, Biblioteca Geral\, Campus de Gualtar\, Universidade do Minho\, Braga \n  \nQuarta-feira\, dia 13 de abril\, 11h30: Inauguração \npelo Embaixador da Áustria em Portugal\, Thomas Stelzer e \nApresentação do projeto por Ingo König (Embaixada da Áustria)\, \ncom o testemunho de antigas «Crianças Cáritas» a viver em Braga. \n  \n \n  \nA exposição tem como objetivo manter viva a lembrança das mais de 5.500 crianças austríacas que\, entre 1947 e 1958\, foram acolhidas por famílias e instituições portuguesas no quadro de uma ação da Cáritas. Escapando\, assim\, durante algum tempo\, à miséria de uma pátria devastada pela guerra\, encontraram em Portugal guarida e afeto. Uma vez em Portugal\, os pequenos austríacos\, que pouco mais possuíam que a roupa que vestiam\, foram entregues às suas famílias anfitriãs. Muitas crianças regressaram\, outras ficaram\, tornando-se portuguesas. Os contactos calorosos entre as crianças Cáritas\, entretanto adultas\, e as suas famílias portuguesas perduraram ao longo das décadas e das gerações\, constituindo uma forte corrente de amizade entre a Áustria e Portugal. \ncom apoio de: \n \n  \n \n \n 
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SUMMARY:[:pt]Pontes por Construir. Portugal e Alemanha[:]
DESCRIPTION:A editora Bairro dos Livros e a organizadora Luísa Coelho convidam para a apresentação da obra \nPontes por Construir. Portugal e Alemanha
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SUMMARY:Atividades DEGE para 2016  (comemoração dos 40 anos do Instituto de Letras e Ciências Humanas)
DESCRIPTION:Atividades DEGE 2016 \nNo âmbito da comemoração dos 40 anos do Instituto de Letras e Ciências Humanas \nXVI Jornadas de Cultura Alemã (25 anos de Estudos Germanísticos na UMinho) \nLugares de Passagem: memórias de Portugal (s)em língua alemã \nInseridas na temática geral do programa comemorativo Caminhos\, esta iniciativa inclui comunicações\, um ciclo de filmes e uma exposição\, dedicados às relações luso-alemãs\, focadas\, este ano\, nas memórias de Portugal por viajantes\, exilados e refugiados vindos de países de língua alemã\, e na questão da transmissão desta memória através da língua (língua alemã / portuguesa / outra). Lugares de passagem sempre suscitam interrogações sobre identidade\, pertença\, pátria. \nAs jornadas iniciam-se com: \n▶ Exposição: As Crianças Cáritas\, entre a Áustria e Portugal (1947-1958) \nQuarta-feira\, dia 13 de abril\, 11h30 \nLugar: Biblioteca Geral\, Campus de Gualtar\, Universidade do Minho\, Braga \nInauguração\, pelo Sr. Embaixador da Áustria em Portugal\, Thomas Stelzer \nApresentação do projeto por Ingo König (Embaixada da Áustria)\, \ncom o testemunho de antigas «Crianças Cáritas» a viver em Braga. \n  \nA exposição tem como objetivo manter viva a lembrança das mais de 5.500 crianças austríacas que\, entre 1947 e 1958\, foram acolhidas por famílias e instituições portuguesas no quadro de uma ação da Cáritas. Escapando\, assim\, durante algum tempo\, à miséria de uma pátria devastada pela guerra\, encontraram em Portugal guarida e afeto. Uma vez em Portugal\, os pequenos austríacos\, que pouco mais possuíam que a roupa que vestiam\, foram entregues às suas famílias anfitriãs. Muitas crianças regressaram\, outras ficaram\, tornando-se portuguesas. Os contactos calorosos entre as crianças Cáritas\, entretanto adultas\, e as suas famílias portuguesas perduraram ao longo das décadas e das gerações\, constituindo uma forte corrente de amizade entre a Áustria e Portugal. \n  \n▶  Colóquio\, quarta-feira\, dia 13 de abril\, auditório ILCH\, 14.30 hrs: \nGonçalo Vilas-Boas\, As viagens de Hugo Loetscher por Portugal \nIsabel Lopes Cardoso\, Hein Semke. De Hamburgo a Lisboa: vir\, voltar e ficar \nMaria de Lurdes Godinho\, Em busca do paraíso perdido – Portugal como espaço da memória europeia na obra da escritora suíça Annemarie Schwarzenbach (1940-1942) \n▶ Recordação do Prof. Erwin Koller († 18 de abril de 2010)\, \nDiretor do Departamento de Estudos Germanísticos 1993 – 2004. \n▶ Publicação da 25ª edição da Revista Einfall \n[aberta a contributos de todos os estudantes em processo de aprendizagem do alemão]\norg. Natália Nunes (DEGE)\, apoio BabeliUM \n  \nOutras atividades DEGE \nNo âmbito da comemoração dos 40 anos do Instituto de Letras e Ciências Humanas \n1ª Oficina de Tradução em Tormes / Übersetzungswerkstatt in Tormes  \nUma ação de formação específica que articula o meio universitário com o meio profissional\, proporcionando o intercâmbio entre tradutores mais / menos experientes\, revisores ligados à edição de literatura traduzida e estudantes de cursos (Licenciatura / Mestrado / Doutoramento) nas áreas das Línguas & Literaturas e de Tradução interessados na tradução literária\, de preferência com alguma experiência inicial. Esta oficina\, orientada pelos tradutores Marianne Gareis e João Bouza da Costa\, incidirá sobre a tradução das seguintes obras: \n  \n▶ português » alemão (escolha de O Bairro\, de Gonçalo M. Tavares: O senhor Brecht; O senhor Kraus; O senhor Walser) \n▶ alemão » português (Arztroman de Kristof Magnusson) \n  \nParticipação de max. 12 participantes\, previamente selecionados pelos dois tradutores que orientam a oficina. \nOrg.: Fundação Eça de Queiroz (FEQ); DEGE; CEHUM \nPatrocínio: Goethe Institut Portugal; Deutscher Übersetzerfonds (DÜF); APEG; outros \nLugar: Tormes (FEQ) \nData: 15 a 20 de maio de 2016 \n  \n1º Encontro TraduTormes \nGonçalo M. Tavares e seus tradutores  \nCom o evento anual TraduTormes – Encontro de Tradutores da Casa-Museu Eça de Queiroz\, o CET Tormes promoverá um intercâmbio entre autores e tradutores portugueses e estrangeiros\, a fim de propagar junto a um público mais amplo o que está a ser refletido e produzido nessa área de criação: apresentar diferentes conceções da atividade e refletir sobre Caminhos adotados em determinadas áreas / vertentes de tradução. \nEste 1º Encontro TraduTormes terá como convidados o escritor Gonçalo M. Tavares e os seus tradutores para diferentes línguas: Marianne Gareis (alemão) e Roberto Mulinacci (italiano). \nOrg.: Fundação Eça de Queiroz (FEQ);  DEGE; CEHUM \nDia 16 de maio\, 18 hrs.\, em Tormes (FEQ) \nDia 17 de maio\, 9 hrs.\, na UMinho\, Campus de Gualtar\, Auditório ILCH \n  \nKristof Magnusson: Leitura pública em alemão e português \nO escritor alemão Kristof Magnusson (* 1976\, Hamburgo; vive atualmente em Berlim) é um dramaturgo de sucesso. O romance sobre a crise financeira Das war ich nicht (2010) teve um grande eco junto do público\, tal como o posterior Arztroman (2014). \nTambém é tradutor literário do islandês. \nKristof Magnusson apresentará excertos da sua obra (com tradução portuguesa) em diálogo com o tradutor (e também autor) João Bouza da Costa. \nOrg. DEGE; Patrocínio: Goethe Institut Portugal \nLugar: Campus de Gualtar\, UMinho\, Auditório ILCH \nData: 18 de maio 2016\, 10 hrs
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SUMMARY:Apresentação de A Segunda Pátria de Miguel Sanches Neto
DESCRIPTION:Evento no âmbito do Congresso Internacional Cultura(s) em Negativo\, \nUniversidade do Minho\, Campus de Gualtar\, 1 a 3 de outubro de 2015: \n  \nApresentação de A Segunda Pátria \nO escritor brasileiro Miguel Sanches Neto em conversa com Orlando Grossegesse \n1 de outubro\, às 17h30\, na Livraria Almedina (UMinho\, Campus Gualtar)\, \nseguido de Porto de Honra \nA história narrada neste romance coaduna-se com o(s) eixo(s) temático(s) do Congresso Internacional Cultura(s) em Negativo que pretende focar as múltiplas dimensões da negação e do oposto. No caso concreto de A Segunda Pátria (Ed. Intrínseca\, 2015)\, trata-se de imaginar o que não aconteceu na História mas podia ter acontecido. Partindo da pergunta “E se Getúlio Vargas tivesse apoiado Hitler?”\, Sanches Neto desenvolve episódios duma história alternativa que se passa num Brasil que «não é o Brasil dos manuais de história\, e sim um país fundado ficcionalmente a partir de uma de suas possibilidades que\, por esforços coletivos\, não se realizou». Na opinião do escritor brasileiro\, «o romancista tem como função primordial ‘desrespeitar’ a história\, povoando nosso imaginário com aquilo que era impensável\, embora estivesse em semente nos momentos cruciais de uma região\, de um país ou do mundo». Perante os fenómenos atuais\, esta imaginação adquire maior relevância para decidirmos sobre o que não queremos que aconteça na história da Humanidade. \nCitações: http://www.intrinseca.com.br/blog/2015/03/uma-versao-nazi-do-brasil/ \nhttps://www.facebook.com/events/529704003845016/
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SUMMARY:XV Jornadas de Cultura Alemã
DESCRIPTION:XV Jornadas de Cultura Alemã  \n“As Revoluções de Veludo e a queda do Muro de Berlim … 25 anos depois” \n 2 de set. a 2 de out. 2014 \nHá 25 anos\, mais concretamente no dia 9 de novembro de 1989\, acontecia o que muitos consideravam ser um “segundo milagre alemão”: a queda do muro de Berlim\, que abriria caminho à reunificação alemã\, consumada uma ano depois. \nApesar das palavras de ordem proferidas\, nesse dia histórico\, pelos alemães do oeste e\, sobretudo\, do leste aludirem de forma unívoca à surpresa e ao espanto total\, o que se sintetizava na expressou infinitamente repetida de “Wahnsinn” (loucura) para se descrever o acontecimento\, a abertura das fronteiras entre a República Democrática Alemã (RDA) e a República Federal da Alemanha (RFA) representou apenas o culminar dum processo gradual que se iniciara noutros países do chamado Bloco de Leste\, designadamente na Polónia\, com o movimento “Solidarnosc”\, no início da década de 1980. Este movimento maciço de protesto ao regime comunista iria despoletar\, em praticamente todos os países da Europa de Leste\, as chamadas Revoluções de Veludo. Esta vaga de contestação ganharia um impulso ainda maior devida à rápida disseminação das ideias reformistas de M. Gorbatchov (“Glasnost” e “Perestroika”). Com a dissolução da própria União Soviética\, em 1991\, terminaria a Guerra Fria e dava-se início a uma nova ordem global. 25 anos depois … assiste-se porém a um reacender das velhas rivalidades que envolvem a atual União Europeia (alargada a vários países do antigo Bloco de Leste) e a Confederação Russa. \nAs XV Jornadas de Cultura Alemã\, organizadas pelo Departamento de Estudos Germanísticos e Eslavos do ILCH\, que terão lugar entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro\, dedicam-se precisamente a todos esses complexos acontecimentos em torno das Revoluções de Veludo e da queda do muro de Berlim\, cujas consequências ainda se refletem de forma inequívoca no mundo atual. \nPodendo contar com os valiosos apoios e patrocínios da Embaixada da República Federal da Alemanha e do Museu Arqueológico D. Diogo de Sousa\, o programa das XV Jornadas de Cultura Alemã consiste nos seguintes eventos e atividades: \n\n\n\nData/hora/local\nEvento\n\n\n29 set. 2014 \n16-18h\, \nSala CP1/218 (Gualtar)\nSeminário Aberto (em alemão)  \nGabriela Zelewska (U.Gdansk/Polónia):  \n“Die friedliche Revolution in Ost- und Mitteleuropa 1989 -1993”\n\n\n30 set.\, 14h30\, \nMuseu Arqueológico \nD. Diogo de Sousa\nInauguração da Exposição Documental:  \n“Da Revolução Pacífica à Unidade Alemã”\n\n\n1 out.\, \n14 às 18h\, \nAuditório ILCH \n(Gualtar)\nColóquio \n“As Revoluções de Veludo e a queda do Muro de Berlim … 25 anos depois” \n\n\n\n14h\nAbertura\n\n\n\n14h30-15h\nAnna Soczynska (U.Gdansk/Polónia)\n“O movimento Solidarnosc na Polónia”\n\n\n15h-15h30\nThomas Weissmann (U.Chemnitz/Alemanha)\n“Desporto e identidade na RDA … antes e depois da queda do muro”\n\n\n15h30-16h\nIntervalo\n\n\n\n16h-16h30\nMário Matos \n(ILCH/UM)\n“A vi(r)agem na RDA”\n\n\n16h30-17h\nSandra Fernandes \n(EEG/UM)\n“A queda do muro e as novas divisões da Europa”\n\n\n17h-17h30\nDebate\n\n\n\n\n\n\n\n1 out.\, \n18-20h\, \nAuditório ILCH (Gualtar)\n  \nCinema / Documentário: \nDas Wunder von Leipzig \n(Real. S. Denhardt/M. Schmidt\, 2009\, língua: alemão)\n\n\n2 out.\, \n14-16h \nSala CP1/305 (Gualtar)\nSeminário Aberto (em alemão)  \nAnna Soczynska (U.Gdansk/Polónia):  \n“Die   Solidarnosc-Bewegung in Polen “\n\n\n2 out.\, \n19-22h\, \nSala CP1/311 (Gualtar)\nSeminário Aberto (em português) \nThomas Weißmann (TU Chemnitz/Alemanha): \n“Alemanha: da divisão à reunificação (1949-1990)” \n \n\n\n\nColaborações / Patrocínios: \nEmbaixada da República Federal da Alemanha – Goethe Institut – Museu Arqueológico D. Diogo de Sousa
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